Aprender não é limitar os conhecimentos adquiridos por uma instituição educacional apenas em uma sala de aula, mas também de usá-la fora de tal local. Outros conhecimentos vivenciados e retidos pelo ser em seu dia-a-dia, é requisito básico para transpor qualquer situação do cotidiano. Ensinar é aprender com o educando meios de alcançar o aprendizado mediante apresentação e reconhecimento de suas dificuldades (de ambos).
Páginas
As escolas encaram o bullying
O Filósofo de São Paulo fala sobre a violência estudantil e o desinteresse...
Fenix mp3: Rihanna - Ultimate Collection - Baixar Musicas Gratis
Procure a cifra ou a letra de sua música
Quem sou eu
Para refletir..
Teste a velocidade de sua conexão
Provided by UK Speed test
Deixe o seu recado !!!
Boas ou más notas é responsabilidade de quem?
Os pais têm um grande desejo de que os seus filhos tenham boas notas na escola.
(Fonte: http://educacao.aaldeia.net/boasnotas.htm, obra e postagem original de Paulo Geraldo)
As boas notas acontecem quando os alunos demonstram, nos momentos de avaliação, que aprenderam bem a matéria que os professores ensinaram. E aprendem bem de três maneiras principais: ouvindo com atenção as aulas, realizando com empenho as tarefas que lhes são indicadas, estudando.
Até certa altura, um aluno pode aprender bem sem que sinta necessidade de estudar: se tiver capacidade de concentração, facilidade para entender aquilo que escuta, boa memória. É difícil, nessa fase, que um filho faça muito mais do que os "trabalhos de casa", porque ele, muito compreensivelmente, não sente necessidade de se sentar diante de um livro a aprender uma coisa que já aprendeu anteriormente...
A partir de certa altura, porém, estas capacidades já não são suficientes. É mesmo preciso estudar, porque os assuntos a aprender são já muitos ou muito complexos.
Esse momento não chega numa mesma fase de desenvolvimento, numa mesma idade, para todas as pessoas. Mas chega sempre para todos. É conveniente estar com atenção, para notar a sua chegada. No entanto, não deve ser confundido com aquela quebra natural nos resultados escolares que muito frequentemente sucede em certas etapas do crescimento, como a pré-adolescência ou a adolescência. Têm causas diferentes e devem ser encarados de formas diferentes.
No que vou escrever a seguir, refiro-me a situações em que estão preenchidas condições básicas, como o aluno ter a capacidade real de aprender aquilo que lhe querem ensinar e possuir o equilíbrio interior resultante de uma família estável correctamente constituída. A falta disto introduz dificuldades que fogem ao âmbito deste texto.
Chega, pois, um momento em que é preciso estudar. E estudar é uma actividade que não é agradável à maior parte das pessoas. É difícil, dá trabalho, custa esforço. Mesmo que alguns consigam tirar um prazer intelectual daquilo que aprendem, esse prazer chega como fruto de um esforço.
Estudar é uma tarefa que depende de algumas coisas mais ou menos importantes e de duas coisas fundamentais. Ter um método de estudo ajuda, tal como ter um local apropriado, uma iluminação correcta, um ambiente sossegado, o material necessário... Porém, o estudo depende essencialmente de duas coisas: a capacidade de sofrimento e, associada a ela, a motivação.
Como estudar é quase sempre desagradável e difícil, muitos jovens só serão bons alunos se estiverem habituados a fazer coisas desagradáveis e difíceis. Portanto, a melhor forma de os pais ajudarem os seus filhos a serem bons alunos consiste em habituá-los desde muito cedo a fazerem tarefas desagradáveis e difíceis (repito propositadamente estes adjectivos...).
Numa família normal há muitas coisas dessas para fazer todos os dias.
Exercitar-se numa tarefa deste género faz crescer, dá alegria, desenvolve capacidades, aumenta a força de vontade (e, portanto, a liberdade), fomenta a união com as outras pessoas. Estas coisas custosas, constituindo uma base para a capacidade de estudar, são, portanto, ainda mais importantes para a formação da personalidade, do carácter, das virtudes pessoais. Nenhuma pessoa se constrói correctamente sem que faça muitas coisas que não lhe apetecem: sem o hábito de sofrer.
Poucos jovens habituados a facilidades e diversões constantes - jogos de computador, música, televisão, consola, vídeos, festas... - serão bons alunos. Não serão bons, de resto, em outros aspectos bem mais importantes para a sua felicidade. Os pais que deixam os filhos habituarem-se e esse tipo de actividades estão a minar-lhes dramaticamente o caminho da vida e a felicidade.
Conheci uns pais que souberam arrepiar caminho a tempo: quando o filho, lá pelos 13 anos, começou a ter umas notas nada agradáveis e uma atitude de preguiça perante o estudo, não insistiram demasiado em que estudasse, não lhe arranjaram explicadores... O que fizeram foi o que já antes deviam ter feito: dar-lhe uma boa carga de tarefas em casa: fazer a sua cama diariamente, aspirar a casa e outras coisas que já não recordo e lhe ocupavam muito tempo. Uns meses depois as notas tinham melhorado substancialmente...
Um jovem lançar-se-á à difícil tarefa de estudar, se tiver, além de capacidade de sofrimento, motivação para isso. Motivação não significa que encontre gosto em estudar, mas que descubra motivos fortes para estudar: com gosto ou sem ele.
Mesmo não lhe apetecendo estudar, sentar-se-á diante dos livros com a consciência de que há coisas bem mais importantes do que o seu apetite. Saberá que há um preço a pagar por todo o belo objectivo, e estará disposto a pagá-lo com alegria.
Mas o objectivo tem mesmo de ser grande e belo. Verdadeiro e profundo. Do tamanho da alma humana.
Durante algum tempo podes enganar o teu filho: dizer-lhe que vá estudar porque isso é necessário para vir a ter, no futuro, um bom trabalho, um bom salário e, consequentemente, uma vida boa que permita divertimento, prazer e facilidades, uma excelente casa, férias estupendas...
Mas chegará o dia em que ele pergunte a si próprio para que há-de trocar, indo estudar, os divertimentos e os prazeres de agora pelos do futuro... que estão tão longe.
Não tens um motivo maior para lhe dar?
(Fonte: http://educacao.aaldeia.net/boasnotas.htm, obra e postagem original de Paulo Geraldo)
As boas notas acontecem quando os alunos demonstram, nos momentos de avaliação, que aprenderam bem a matéria que os professores ensinaram. E aprendem bem de três maneiras principais: ouvindo com atenção as aulas, realizando com empenho as tarefas que lhes são indicadas, estudando.
Até certa altura, um aluno pode aprender bem sem que sinta necessidade de estudar: se tiver capacidade de concentração, facilidade para entender aquilo que escuta, boa memória. É difícil, nessa fase, que um filho faça muito mais do que os "trabalhos de casa", porque ele, muito compreensivelmente, não sente necessidade de se sentar diante de um livro a aprender uma coisa que já aprendeu anteriormente...
A partir de certa altura, porém, estas capacidades já não são suficientes. É mesmo preciso estudar, porque os assuntos a aprender são já muitos ou muito complexos.
Esse momento não chega numa mesma fase de desenvolvimento, numa mesma idade, para todas as pessoas. Mas chega sempre para todos. É conveniente estar com atenção, para notar a sua chegada. No entanto, não deve ser confundido com aquela quebra natural nos resultados escolares que muito frequentemente sucede em certas etapas do crescimento, como a pré-adolescência ou a adolescência. Têm causas diferentes e devem ser encarados de formas diferentes.
No que vou escrever a seguir, refiro-me a situações em que estão preenchidas condições básicas, como o aluno ter a capacidade real de aprender aquilo que lhe querem ensinar e possuir o equilíbrio interior resultante de uma família estável correctamente constituída. A falta disto introduz dificuldades que fogem ao âmbito deste texto.
Chega, pois, um momento em que é preciso estudar. E estudar é uma actividade que não é agradável à maior parte das pessoas. É difícil, dá trabalho, custa esforço. Mesmo que alguns consigam tirar um prazer intelectual daquilo que aprendem, esse prazer chega como fruto de um esforço.
Estudar é uma tarefa que depende de algumas coisas mais ou menos importantes e de duas coisas fundamentais. Ter um método de estudo ajuda, tal como ter um local apropriado, uma iluminação correcta, um ambiente sossegado, o material necessário... Porém, o estudo depende essencialmente de duas coisas: a capacidade de sofrimento e, associada a ela, a motivação.
Como estudar é quase sempre desagradável e difícil, muitos jovens só serão bons alunos se estiverem habituados a fazer coisas desagradáveis e difíceis. Portanto, a melhor forma de os pais ajudarem os seus filhos a serem bons alunos consiste em habituá-los desde muito cedo a fazerem tarefas desagradáveis e difíceis (repito propositadamente estes adjectivos...).
Numa família normal há muitas coisas dessas para fazer todos os dias.
Exercitar-se numa tarefa deste género faz crescer, dá alegria, desenvolve capacidades, aumenta a força de vontade (e, portanto, a liberdade), fomenta a união com as outras pessoas. Estas coisas custosas, constituindo uma base para a capacidade de estudar, são, portanto, ainda mais importantes para a formação da personalidade, do carácter, das virtudes pessoais. Nenhuma pessoa se constrói correctamente sem que faça muitas coisas que não lhe apetecem: sem o hábito de sofrer.
Poucos jovens habituados a facilidades e diversões constantes - jogos de computador, música, televisão, consola, vídeos, festas... - serão bons alunos. Não serão bons, de resto, em outros aspectos bem mais importantes para a sua felicidade. Os pais que deixam os filhos habituarem-se e esse tipo de actividades estão a minar-lhes dramaticamente o caminho da vida e a felicidade.
Conheci uns pais que souberam arrepiar caminho a tempo: quando o filho, lá pelos 13 anos, começou a ter umas notas nada agradáveis e uma atitude de preguiça perante o estudo, não insistiram demasiado em que estudasse, não lhe arranjaram explicadores... O que fizeram foi o que já antes deviam ter feito: dar-lhe uma boa carga de tarefas em casa: fazer a sua cama diariamente, aspirar a casa e outras coisas que já não recordo e lhe ocupavam muito tempo. Uns meses depois as notas tinham melhorado substancialmente...
Um jovem lançar-se-á à difícil tarefa de estudar, se tiver, além de capacidade de sofrimento, motivação para isso. Motivação não significa que encontre gosto em estudar, mas que descubra motivos fortes para estudar: com gosto ou sem ele.
Mesmo não lhe apetecendo estudar, sentar-se-á diante dos livros com a consciência de que há coisas bem mais importantes do que o seu apetite. Saberá que há um preço a pagar por todo o belo objectivo, e estará disposto a pagá-lo com alegria.
Mas o objectivo tem mesmo de ser grande e belo. Verdadeiro e profundo. Do tamanho da alma humana.
Durante algum tempo podes enganar o teu filho: dizer-lhe que vá estudar porque isso é necessário para vir a ter, no futuro, um bom trabalho, um bom salário e, consequentemente, uma vida boa que permita divertimento, prazer e facilidades, uma excelente casa, férias estupendas...
Mas chegará o dia em que ele pergunte a si próprio para que há-de trocar, indo estudar, os divertimentos e os prazeres de agora pelos do futuro... que estão tão longe.
Não tens um motivo maior para lhe dar?
O namoro acabou e agora?

A experiência e o positivo.
Provavelmente o mais comum a todos os adolescentes é a necessidade de confiar na lealdade e fidelidade dos amigos, mas sobretudo da namorada ou namorado. O medo de ser traídos ou enganados mostra a vulnerabilidade emocional e a sua necessidade de poder confiar.
O tempo e a distância curam tudo... Os adultos gostariam de poupá-los de muitos sofrimentos, mas há coisas que – por mais que se expliquem - não se entendem até que sejam experimentadas na própria carne. Quase ninguém aprende com a cabeça alheia. E esses sofrimentos que se querem poupar são, no fim de contas, para bem dos jovens, para os fazer amadurecer, se os assimilarem com sensatez. Se nunca tiveres problemas nunca vais ter noção da realidade.
Ao contrário do que muitos pensam, acredito que o "enamoramento" é o instante mais autêntico da relação entre duas pessoas; é quando elas vêem todas as possibilidades a se abrirem diante delas, é quando tocam a essência e beleza do amor.
A solução nunca é odiar uma pessoa – como dizes que tentas fazer -, mas sim perdoá-la, mesmo que não voltes a ser seu namorado. Dê certeza que estar com ele/a te preparou para uma futura relação que virá e irá correr melhor (já que aprendeu com este relacionamento aparentemente frustrativo).
Amadurecer primeiro.
Escolher o par indicado é uma das decisões mais importantes da vida. Não se deve escolher só com base nos sentimentos, porque os sentimentos mudam: temos que nos atrever a pensar, dar tempo para reflectir. Quando se é jovem dificilmente se distingue entre amor e paixão.
Para levar adiante um namoro ou casamento, é necessário amor, abnegação, sacrifício, dobrar a vaidade. Quando o orgulho se impõe nasce a tristeza, e é então que a fidelidade se torna um peso. Há desculpas típicas da infidelidade como “foi uma ilusão”, “não sabia o que estava a fazer”, “naquele momento não era livre”... Portanto não se deve precipitar nem o namoro nem o casamento. Há que pensar nas coisas, e antes, alcançar o amadurecimento humano dado pelas virtudes.
(Rebeca Reynaud, www.autorescatolicos.org/ ; tradução para Aldeia de Maria Francisca Chaves Ramos)
Um exemplo interessante de capitalismo...
O capitalismo e as vacas
Ah, a criatividade sem limites “dosumanos”… Não sei quem saiu com essa, mas é bem assim mesmo.
Como funciona o capitalismo pelo mundo:
Capitalismo ideal: Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. O rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanho e aí pode aposentar… rico!
Capitalismo americano: Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.
Capitalismo francês: Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
Capitalismo canadense: Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
Capitalismo japonês: Você tem duas vacas, né? Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
Capitalismo italiano: Você tem duas vacas. Uma é a tua mãe e a outra a tua sogra, maledetto!
Capitalismo inglês: Você tem duas vacas. As duas são loucas.
Capitalismo holandês: Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
Capitalismo alemâo: Você tem duas vacas. Elas produzem leite pontual e regularmente, segundo padrões de qualidade, horário estudado, elaborado e previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
Capitalismo russo: Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Agora conta de novo e são 12. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
Capitalismo suíço: Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar as vacas dos outros.
Capitalismo espanhol: Você tem muito orgulho de ter duas vacas!
Capitalismo português: Você tem duas vacas… e reclama porque o seu rebanho não cresce.
Capitalismo chinês: Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba muito de ter pleno emprego e uma alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.
Capitalismo hindu: Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas!
Capitalismo argentino: Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês… As vacas morrem. Você entrega as vacas para o churrasco de fim de ano do FMI.
Capitalismo brasileiro: Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV – Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e autua porque, embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas, e não pelo número de vacas reais. A Receita Federal, por meio de números presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro e botões, presume que você tenha 200 vacas e, para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo…
FONTE: http://educacao.aaldeia.net) TEXTOS INTERESSANTES DA NET
Ah, a criatividade sem limites “dosumanos”… Não sei quem saiu com essa, mas é bem assim mesmo.
Como funciona o capitalismo pelo mundo:
Capitalismo ideal: Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. O rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanho e aí pode aposentar… rico!
Capitalismo americano: Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.
Capitalismo francês: Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
Capitalismo canadense: Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
Capitalismo japonês: Você tem duas vacas, né? Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
Capitalismo italiano: Você tem duas vacas. Uma é a tua mãe e a outra a tua sogra, maledetto!
Capitalismo inglês: Você tem duas vacas. As duas são loucas.
Capitalismo holandês: Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
Capitalismo alemâo: Você tem duas vacas. Elas produzem leite pontual e regularmente, segundo padrões de qualidade, horário estudado, elaborado e previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
Capitalismo russo: Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Agora conta de novo e são 12. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
Capitalismo suíço: Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar as vacas dos outros.
Capitalismo espanhol: Você tem muito orgulho de ter duas vacas!
Capitalismo português: Você tem duas vacas… e reclama porque o seu rebanho não cresce.
Capitalismo chinês: Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba muito de ter pleno emprego e uma alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.
Capitalismo hindu: Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas!
Capitalismo argentino: Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês… As vacas morrem. Você entrega as vacas para o churrasco de fim de ano do FMI.
Capitalismo brasileiro: Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV – Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e autua porque, embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas, e não pelo número de vacas reais. A Receita Federal, por meio de números presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro e botões, presume que você tenha 200 vacas e, para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo…
FONTE: http://educacao.aaldeia.net) TEXTOS INTERESSANTES DA NET
Receitas caseiras para motivar o estudo
Eis algumas "receitas" caseiras de motivação educacional...
Fonte: http://educacao.aaldeia.net/receitasestudo.htm
1.- Se o teu filho não estuda não é porque seja frouxo ou irresponsável. Bem sabes que, quando lhe interessa, não o é. Portanto, foca bem o problema. É uma questão de motivações.
2.- Normalmente os problemas de estudo apresentam-se na mal chamada idade do "armário". Não te fiques nos slogans ou frases feitas. Dizer que o teu filho não estuda porque está "na idade do armário" é o mesmo que não afirmar nada ou dizer que não estuda... porque não estuda.
3.- A adolescência significa uma mudança de expectativas. Passa-se do "por quê" das coisas a "por que me acontecem ou não me acontecem a mim as coisas".
4.- Por isso, o estudo perde o interesse que costuma ser normal numa criança da Primária. Para o adolescente, a sua vida vai por um lado e o estudo por outro.
5.- A inteligência do adolescente é uma inteligência sumamente sentimental. As coisas não têm um "por quê" mas um "por quê para mim".
6.- Por este motivo, as razões racionais que oferecemos aos jovens para que estudem costumam cair em saco roto.
7.- Não te assustes por o teu filho pensar com o coração e não com a cabeça. É bom que isso aconteça na sua etapa de desenvolvimento. Somos feitos assim. Não queiras ir contra a natureza humana.
8.- Mas isso não implica que tu, como pai ou mãe, percas o sentido comum. Trata-se de que saibas utilizar essa situação concreta para educá-la e centrá-la.
9.- Um adolescente estudará, ou porá mais empenho por estudar, se, sentimentalmente, lhe compensa. Isto é assim e não há que saber psicologia para dar-nos conta e aceitá-lo.
10.- Também, em certo sentido, os adultos somos assim. Trabalhamos melhor, por exemplo, quando nos valorizam e agradecem o nosso trabalho.
11.- As mães costumam ser sábias - e não se zanguem os pais - em conhecer os recursos emotivos dos filhos. Aproveita isto para conseguir mudanças de atitudes.
12.- Um adolescente estudará com mais intensidade se notar que os pais estão preocupados pela sua indolência para os estudos. E aqui está a chave: nesse "se ele nota". E notar não consiste em que lhe pregues sermões, o castigues, lhe dês prémios, lhe grites ou convertas a tua casa num inferno. Move-o pelo coração. Verás os resultados.
13.- O teu miúdo não estuda: excede-te no carinho. Um carinho que não reprova e que não exige nada para ser dado. Fará maravilhas.
14.- O teu filho adolescente não estuda?: Sente-se feliz em casa?
FONTE: (http://educacao.aaldeia.net/receitasestudo.htm - Piensa Un Poco, Josemanuel Tarrío, 26.11.03.- . Tradução, para a Aldeia, de MM).
Fonte: http://educacao.aaldeia.net/receitasestudo.htm
1.- Se o teu filho não estuda não é porque seja frouxo ou irresponsável. Bem sabes que, quando lhe interessa, não o é. Portanto, foca bem o problema. É uma questão de motivações.
2.- Normalmente os problemas de estudo apresentam-se na mal chamada idade do "armário". Não te fiques nos slogans ou frases feitas. Dizer que o teu filho não estuda porque está "na idade do armário" é o mesmo que não afirmar nada ou dizer que não estuda... porque não estuda.
3.- A adolescência significa uma mudança de expectativas. Passa-se do "por quê" das coisas a "por que me acontecem ou não me acontecem a mim as coisas".
4.- Por isso, o estudo perde o interesse que costuma ser normal numa criança da Primária. Para o adolescente, a sua vida vai por um lado e o estudo por outro.
5.- A inteligência do adolescente é uma inteligência sumamente sentimental. As coisas não têm um "por quê" mas um "por quê para mim".
6.- Por este motivo, as razões racionais que oferecemos aos jovens para que estudem costumam cair em saco roto.
7.- Não te assustes por o teu filho pensar com o coração e não com a cabeça. É bom que isso aconteça na sua etapa de desenvolvimento. Somos feitos assim. Não queiras ir contra a natureza humana.
8.- Mas isso não implica que tu, como pai ou mãe, percas o sentido comum. Trata-se de que saibas utilizar essa situação concreta para educá-la e centrá-la.
9.- Um adolescente estudará, ou porá mais empenho por estudar, se, sentimentalmente, lhe compensa. Isto é assim e não há que saber psicologia para dar-nos conta e aceitá-lo.
10.- Também, em certo sentido, os adultos somos assim. Trabalhamos melhor, por exemplo, quando nos valorizam e agradecem o nosso trabalho.
11.- As mães costumam ser sábias - e não se zanguem os pais - em conhecer os recursos emotivos dos filhos. Aproveita isto para conseguir mudanças de atitudes.
12.- Um adolescente estudará com mais intensidade se notar que os pais estão preocupados pela sua indolência para os estudos. E aqui está a chave: nesse "se ele nota". E notar não consiste em que lhe pregues sermões, o castigues, lhe dês prémios, lhe grites ou convertas a tua casa num inferno. Move-o pelo coração. Verás os resultados.
13.- O teu miúdo não estuda: excede-te no carinho. Um carinho que não reprova e que não exige nada para ser dado. Fará maravilhas.
14.- O teu filho adolescente não estuda?: Sente-se feliz em casa?
FONTE: (http://educacao.aaldeia.net/receitasestudo.htm - Piensa Un Poco, Josemanuel Tarrío, 26.11.03.- . Tradução, para a Aldeia, de MM).
10 REGRAS PARA CRIAR FILHOS.... DELINQUENTES

(Adaptação de um panfleto da Polícia de Houston, Texas, distribuído há alguns anos a todos os habitantes da cidade)
1ª Comecem cedo a dar ao vosso filho tudo o que ele quer. Assim ele convencer-se-á, quando crescer, de que o mundo tem obrigação de satisfazer todos os seus caprichos.
2ª Se, enquanto pequeno, o vosso filho utilizar expressões grosseiras, achem-lhe graça. Isso fará com que ele se convença de que é espirituoso e levá-lo-á a refinar a sua linguagem ordinária.
3ª Não lhe dêem educação religiosa nem lhe inculquem princípios morais. Esperem pela sua maioridade para que, feitos os 18 anos, seja ele a fazer pessoalmente a sua escolha.
4ª Evitem recriminá-lo, para que ele não crie um complexo de culpa. Estes complexos, como toda a gente sabe, não deixam que as crianças desenvolvam a sua personalidade.
5ª Façam sempre tudo aquilo que devia ser o vosso filho a fazer. Arrumem as suas coisas e apanhem o que ele deitar para o chão. Desta maneira se habituará a empurrar para os outros as suas responsabilidades.
6ª Deixem que o vosso filho leia tudo o que lhe vá parar às mãos. Tenham o maior cuidado em esterilizar os talheres, os pratos e os copos, mas deixem que o seu espírito se alimente de imundices.
7ª Discutam e zanguem-se em frente dele. Isso é muito útil para que ele se convença de que a família é uma instituição nociva e de que não deve qualquer respeito aos seus pais.
8ª Dêem-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Evitem que ele o ganhe com o seu trabalho ou através do seu comportamento. Tem tempo. Deixem-no ser feliz enquanto é jovem.
9ª Satisfaçam todas as suas exigências ou caprichos, no que se refere a alimentação, vestuário e conforto, a fim de que o vosso filho não possa nunca sentir-se frustrado. As frustrações, como se sabe, não permitem que a personalidade se revele e torna as pessoas mais infelizes.
10ª Defendam sempre o vosso filho! Dos seus amigos, dos vizinhos, dos professores e até - principalmente - da polícia. É tudo gente desprezível que apenas pretende embirrar com ele...
Fonte: (http://educacao.aaldeia.net)
Um recado para o aluno...
Ano novo, experiências e estratégias novas
Familiares, amigos e demais especialistas estão prontos para compartilhar com você este momento. Afinal, ajudar todos podem, mas o fazer só depende de você.
"Conta-se que duas moscas estavam voando e ambas caíram em um copo de leite. Uma delas rapidamente afundou e morreu, enquanto a outra, que se debatia desesperadamente, acabou por fazer uma nata no leite e pode utilizar esta superfície para apoiar-se e sair voando.
Sentindo-se poderosa com sua conquista, nada temeu e quando caiu em outro copo, imediatamente começou a debater-se.
Outra mosca que por ali passava pousou na borda do copo e vendo-a já exausta, tentou avisá-la que havia um canudo pelo qual poderia subir e sair de lá mais facilmente.
Sem dar-lhe ouvidos, continuou agitando-se até perder as forças e afundar na água
Moral da história: novas situações exigem novas estratégias." Autor desconhecido.
Os resultados para procedimentos habituais já são conhecidos. Comece revendo seu perfil como aluno e se não está satisfeito com seu rendimento escolar, verifique o que tem lhe causado dificuldades (falta de dedicação, problemas em casa, sua saúde, a disciplina, o conteúdo, medo, o branco, o tempo... )
Realize as tarefas com antecedência suficiente para pedir ajuda quando não der conta dos conteúdos solicitados. Confira se o material necessário está organizado e disponível e observe o tempo utilizado para realizá-las.
Lembre-se: "Se estudarmos um pouco todos os dias não precisaremos ficar o dia todo estudando." Crie uma rotina. Em pouco tempo, estudar tornar-se-á um hábito e consequentemente um prazer.
Retirado do blog: (PEDAGOGICA MENTE BLOGANDO - CONVERSA AFIADA)
Familiares, amigos e demais especialistas estão prontos para compartilhar com você este momento. Afinal, ajudar todos podem, mas o fazer só depende de você.
"Conta-se que duas moscas estavam voando e ambas caíram em um copo de leite. Uma delas rapidamente afundou e morreu, enquanto a outra, que se debatia desesperadamente, acabou por fazer uma nata no leite e pode utilizar esta superfície para apoiar-se e sair voando.
Sentindo-se poderosa com sua conquista, nada temeu e quando caiu em outro copo, imediatamente começou a debater-se.
Outra mosca que por ali passava pousou na borda do copo e vendo-a já exausta, tentou avisá-la que havia um canudo pelo qual poderia subir e sair de lá mais facilmente.
Sem dar-lhe ouvidos, continuou agitando-se até perder as forças e afundar na água
Moral da história: novas situações exigem novas estratégias." Autor desconhecido.
Os resultados para procedimentos habituais já são conhecidos. Comece revendo seu perfil como aluno e se não está satisfeito com seu rendimento escolar, verifique o que tem lhe causado dificuldades (falta de dedicação, problemas em casa, sua saúde, a disciplina, o conteúdo, medo, o branco, o tempo... )
Realize as tarefas com antecedência suficiente para pedir ajuda quando não der conta dos conteúdos solicitados. Confira se o material necessário está organizado e disponível e observe o tempo utilizado para realizá-las.
Lembre-se: "Se estudarmos um pouco todos os dias não precisaremos ficar o dia todo estudando." Crie uma rotina. Em pouco tempo, estudar tornar-se-á um hábito e consequentemente um prazer.
Retirado do blog: (PEDAGOGICA MENTE BLOGANDO - CONVERSA AFIADA)
Assinar:
Postagens (Atom)
Você se lembra das músicas dos anos 90?
Notícias e reportagens (Passe o mouse!)
Obrigado por contruibuir! Você é o visitante de número:
My authentic japanese name is 藤原 Fujiwara (wisteria fields) 徹平 Koike (penetrating peace).
Take your real japanese name generator! today!
Created with Rum and Monkey's Name Generator Generator.